Você já deve ter visto a palavra nootrópico em vídeos, podcasts ou rótulos de suplementos. Ela aparece muito associada a estudo, trabalho e rotina intensa, mas nem sempre vem explicada direito. Neste post, a gente explica o que são nootrópicos, de onde vem o termo, quais ingredientes costumam aparecer com esse nome e o que levar em conta antes de escolher um suplemento.
O que são nootrópicos?
A palavra nootrópico vem do grego: noos (mente) e tropein (voltar-se para). O termo foi criado nos anos 1970 pelo pesquisador romeno Corneliu Giurgea para descrever substâncias estudadas pela sua relação com funções cognitivas, como atenção e memória.
Hoje, “nootrópico” é usado de forma bem ampla, e isso gera confusão. Debaixo do mesmo nome aparecem coisas muito diferentes:
- Nutrientes e compostos presentes na alimentação, como cafeína, vitaminas do complexo B, magnésio e alguns aminoácidos. São os que podem compor suplementos alimentares.
- Medicamentos que só podem ser usados com prescrição médica. Eles não são suplementos e não devem ser usados por conta própria.
Ou seja: nem tudo que é chamado de nootrópico na internet é a mesma coisa, e nem tudo é permitido ou indicado para uso sem acompanhamento.
Nootrópico é remédio?
Não necessariamente. No Brasil, os produtos vendidos livremente com esses ingredientes são suplementos alimentares, regulados pela Anvisa. Suplemento alimentar não é medicamento: ele serve para complementar a alimentação com nutrientes e outras substâncias, dentro de quantidades definidas pela regulamentação, e não tem finalidade de tratar ou curar doenças.
Desconfie de qualquer produto que prometa resultados milagrosos, “turbinar o cérebro” ou substituir tratamento médico.
Ingredientes que costumam aparecer em suplementos com esse foco
Alguns ingredientes aparecem com frequência em fórmulas pensadas para a rotina de quem estuda ou trabalha muito:
- Cafeína: o estimulante mais consumido no mundo, presente no café, no chá e no chocolate. É um dos ingredientes mais estudados nessa categoria.
- L-tirosina: aminoácido presente em alimentos ricos em proteína, como carnes, ovos e laticínios.
- Colina: nutriente encontrado em alimentos como ovos e fígado.
- Fosfatidilserina: um tipo de fosfolipídio, componente natural das membranas das células.
- Magnésio: mineral presente em vegetais verde-escuros, castanhas e grãos integrais.
- Vitaminas do complexo B (como B3 e B12): participam do metabolismo energético do corpo.
- Coenzima Q10: composto produzido pelo próprio organismo e presente em carnes e peixes.
Como escolher um suplemento com responsabilidade
- Leia a fórmula completa. Um bom produto mostra todos os ingredientes e a quantidade de cada um por porção. Desconfie de “blends” sem quantidades.
- Some a cafeína do seu dia. Se o suplemento tem cafeína, considere também o café, o chá, o energético e o refrigerante que você já toma.
- Siga a recomendação do rótulo. Tomar mais do que o indicado não traz benefício extra e pode trazer desconforto.
- Observe a hora do dia. Se você é sensível à cafeína, evite tomar perto da hora de dormir.
- Converse com um profissional de saúde se você tem alguma condição de saúde, usa medicamentos, está grávida ou amamentando.
- Lembre do básico. Nenhum suplemento substitui sono, alimentação equilibrada, hidratação e pausas ao longo do dia.
Quem não deve usar suplementos com cafeína
Suplementos com cafeína não são recomendados para crianças, gestantes, lactantes e pessoas sensíveis à cafeína. Em caso de dúvida, consulte um profissional de saúde.
Conheça o Neuro Lift
O Neuro Lift é o suplemento alimentar da Overmind, pensado para entrar na rotina de quem estuda, trabalha em plantão ou tem um dia cheio de reuniões. São 2 cápsulas por dia, e cada pote tem 60 cápsulas, o suficiente para 30 dias.
A fórmula é aberta, com as quantidades por porção: cafeína (75 mg), L-tirosina, bitartrato de colina, fosfatidilserina, magnésio, coenzima Q10, L-triptofano, citrulina e vitaminas B3, B12 e D3.
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Suplemento alimentar. Não é medicamento. Não possui finalidade terapêutica. Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde. O consumo deve respeitar a recomendação do rótulo.
